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sábado, 6 de outubro de 2012

O "tchan" do buraco do ar!

Queridos, fiz uma pequena alteração no "buraquinho" do ar da sala (lembram? Não? Cliquem aqui, vai!) e resolvi mostrar procês. Todos já estão carequinhas de saber que eu mudo tudo a toda hora, certo? Então, não se surpreendam, rs! 

A dica de decor, na verdade, está em um dos objetos que usei para enfeitar o buraco, uma garrafa. Bora ver?



A moldura de madeira, que eu tinha pintado de branco, láááá no ano passado, repintei, mas resolvi que, dessa vez, ela seria preta, preta, pretinha. Outro efeito, gente. Com a parede branca (gelo, na verdade), a moldura preta ficou bem legal, ganhou um destaque. Além disso (dica!), a moldura pintada de branco amarelou e ficou com cara de "estou ficando velha e acabada". Isso não pode. Nessa casa, as coisas podem ficar velhas, mas acabadas, JAMAIS!
Ah, usei esmalte sintético a base de água, que é o que tenho aqui, mas rola tinta acrílica também! ;) 

No fundo, troquei o con-tact de bolinhas por esse que eu acho léééndo, e que, na verdade, nem é  da marca con-tact, é um adesivo vinílico importado. Mas, ó, tá cada vez mais fácil achar esses gringos por aí! Aqui no Rio, já vi em várias papelarias, umas até bem pequenas, com um preço mais ou menos igual, de R$9,90 a R$ 10,00 (o metro). E a qualidade do adesivo... oitenta a zero no con-tact. 

Enfim, a graça do post, realmente, é a garrafa amarelinha que vocês estão vendo aí. De onde ela veio? Mais uma vez, entra a Vivian, do Extreme, na história. Ela me deu a garrafa de aniversário; foi sobra, digamos assim (ótima sobra, que fique claro!), da decor de um evento organizado por ela e pela irmã. Na época, ela me explicou mais ou menos como fez: comprou o pisca e a broca para vidro (que, se bem me lembro, foi carinha), furou a garrafa e inseriu, aos pouquinhos, as luzes. O suporte de arame que vocês veem na foto é porque as garrafas, no tal evento, ficaram penduradas em galhos. Chique nos úrtimo.  

Povo, mole de fazer as garrafinhas para enfeitar uma festa ou mesmo o rack, né não? 
Se tiverem dúvidas sobre a garrafa, escrevam lá pra Vivian que ela responde vapt-vupt!

Beijocas! 
Tati 

domingo, 8 de julho de 2012

Ressuscitando a escrivaninha!

Bom dia, queridos!

Como o título do post já adiantou, dei uma ajudinha para a coitada da escrivaninha aqui de casa, sempre largada no cantinho do quarto. Largada porque, contrariando todos os adeptos da "boa postura", detesto ficar sentadinha, bonitinha, enquanto digito. Eu fico é largadona, mesmo, na primeira posição que me encantar. Quando preciso escrever algo, eu apoio no primeiro lugar que acho (até a parede dança) e pronto. Péssimo isso, né? Eu sei, eu sei. E de tanto tomar bronca do Bernardo resolvi reabilitar a minha pequena. 

Pequena, gente, que meu quarto não é enorme. Não deu pra comprar uma super mesa dos sonhos, só um móvel daqueles compactos, sem sal, que custam uma merreca. Mas quando a gente tem ideias, meus caros, nada fica assim "mais ou menos". 



Toda branquinha! 


Vestida para a festa! 

Vamos lá, gente... deu pra fazer isso tudo em um dia. Ainda falta pintar a parte de baixo, mas, como sou ansiosa, hehehe, resolvi postar logo. Não tem segredo nenhum e, na minha humilde opinião, o móvel ficou bem mais animado com essa nova "roupa". O que foi feito (e que dá pra vcs fazerem aí com qualquer móvel de quinta que anda largado em casa): 

1) Tinta acrílica ou pva (usei pva por indicação da menina da lojinha) aplicada com rolinho de espuma. Escolhi "azul celeste". Atenção: não é fácil pegar tinta nesse material da escrivaninha, não. Dei três demãos na bichinha. Já ouvi dizer que tinta epóxi rola melhor, mas era mais cara, então preferi seguir a sugestão da vendedora. Dava pra usar spray? Sim, o acabamento teria sido perfeito, aliás. Mas e a sujeira? Tô fora. 

2) Con-tact (aqui usei um genérico) onde vocês preferirem. Para facilitar a limpeza, já que meu quarto é o rei da poeira, resolvi forrar as partes que mais sujam, o apoio do computador e a parte de cima da mesa, que é o espaço da impressora.




Dicas que muitos, provavelmente, já conhecem: antes de aplicar o con-tact, deem uma molhadinha com água e sabão, fazendo um tiquinho de espuma, e mandem ver no adesivo. Dificilmente dá bolha. Retirem o excesso de água/espuma, se houver, com um rodinho daqueles de pia. Não se preocupem, a cola continua bonitinha (a não ser que vocês afoguem o adesivo, é claro). Moderação, hein? Para cortar o papel depois da aplicação (no meu caso, precisei para seguir o contorno do móvel), usem uma lixa. O acabamento fica melhor, na minha opinião, do que com estilete. 

3) Feltro nas laterais. Dava pra usar tecido? Sim, mas o feltro foi mais barato e deu um efeito "diferente". Usei cola branca diluída em água por baixo e por cima do feltro. Para dar uma "fofurice", forrei pregadores (só a parte da frente) com o mesmo adesivo que usei nos tampos da escrivaninha. Mole, mole, só desmontar o pregador, colar e cortar o adesivo. Também dá pra fazer com tecido/feltro! Para fixar os pregadores, cola de silicone;





4) Para finalizar, con-tact "escreve e apaga" no fundo da escrivaninha. Assim, na minha carochinha, não vou ter como esquecer contas, médicos ou reuniões de trabalho. Impossível, né? Usei o "escreve e apaga" também na lateral do armário, onde fica apoiada a mesinha, como vocês podem reparar na segunda foto aqui do post. Vou dizer, facilita muito a vida de uma pessoa sem memória, como eu. :) 



Pronto, gente! Mão na massa, hein? Com paciência, dá-se um jeito em tudo!

Beijocas,
Tati 


domingo, 1 de abril de 2012

Então, que seja doce...

Bom dia, meu povo! 

Nos últimos dias, entrei num momento "refletindo sobre a minha vida". Pensando em como a vida é curta, em como devemos viver o presente, em como a felicidade está nas pequenas coisas (trilha sonora imaginária do post: Super Xuxa cantando "Vou pintar um arco-íris de energia, pra deixar o mundo cheio de alegria..."). 

A reflexão me levou a uma fofurice para decorar a casa que é uma forma, também, de agradar meus amigos lindos, fonte inesgotável de consolo e de luz. Sem querer, agradei também meus sobrinhos, que adoraram o "enfeitinho". Querem ver o que é? 


1º passo de amor: pote de vidro sem uso + verniz vitral (escolhi turquesa) + pincel = 




Tcharam! 

                                                                                            
2° passo de amor: Fita de cetim + caneta para tecido + elemento (hum!) surpresa = 


















3° passo de amor: Cola de silicone + fita com pedacinho do conto "Os dragões não conhecem o paraíso", Caio Fernando Abreu (o que melhor me traduz no mundo) = 



 Tá ruim de ler? Ó: 




É isso. Deixei em cima do rack a singela fofurice pros amigos (e sobrinhos, pelo visto, rs) que aparecem no lar, doce lar. E ainda vai com mensagem de otimismo. Então, que seja doce...

OBS.: O conto é grande. Pra quem ficou curiosa (o), vou fechar o post com um trechinho, que inclui a frase do enfeite. Quem se interessar, caça na net que dá pra ler o conto na íntegra.

 "...Então, que seja doce. Repito todas as manhãs, ao abrir as janelas para deixar entrar o sol ou o cinza dos dias, bem assim: que seja doce. Quando há sol, esse sol bate na minha cara amassada do sono ou da insônia, contemplando as partículas de poeira soltas no ar, feito um pequeno universo, repito sete vezes para dar sorte: que seja doce que seja doce que seja doce e assim por diante..."


Bjs todos, 
Tati 

domingo, 11 de março de 2012

Revistinha, revista, revisteiro!

Olá, meu povo!

O post de hoje tem duas partes: na primeira, vou dividir com vocês minha saga em busca do revisteiro perfeito; na segunda, vocês vão ver o revisteiro escolhido, que, adivinhem, acabou sendo um "faça-você-mesma". Prontos para a odisséia?

Há meses (muitos, muitos) comecei a selecionar da net imagens de revisteiros que fossem diferentes, cheios de charme e tal. Aí ficava acessando os sites, de vez em sempre, pra ver se algum deles entrava em promoção. Pobre, eu, né? Hehehe
Um dia, desisti. Nada de promoção, nada de eu ficar rica... E então uma mágica aconteceu: surgiu a ideia, boa, bonita e barata! Mas, antes de dividi-la por aqui (adoro fazer suspense, rs), eis as fotos que armazenei durante todo o tempo em que busquei inspiração no Santo Google: 


Esse foi finalista de prêmio e tudo. 
Dá pra adaptar, cês não acham? 
 Que tal canos de PVC? 
Vi aqui


 Clean. Mas tenho trauma de coisas brancas, 
medo de que fiquem super, hiper, mega amareladas...
No Extra

Ah, se eu ainda fosse "a-louca-da-moda",
 teria escolhido um desses!



Diferente, ecologicamente correto e mole, mole de fazer. 
Achei aqui!



 Muderno, né não? 


Criativo, do jeitinho que eu gosto!



Prático toda a vida...
Vi no blog Vila do Artesão



Revistas pra fazer o revisteiro. Parece piada, hein? 
Instruções aqui




Vai dizer que não dá pra fazer com galhos secos? 
Vi aqui



Esse é do Ateliê Decor! 




Acho que até a minha mãe já viu essa foto. 
Mas a ideia é ótima, então tá valendo.


Esse foi o revisteiro que comprei no 
desespero de ter um revisteiro.
 Mas não ficou legal na sala, não. 
Quem sabe no escritório? 

Noooossa, namorei esse aí um tempão. 
Mas nunca, nunca diminui de preço! 



Discretinho e diferente! 

Agora, a segunda parte do post... 

A ideia foi usar uma cestinha como revisteiro. Primeiro, vi uma de compras bem antiga no Mercado Livre. Ó: 

Pela bagatela de RS 85,00. Desisti. ;) 

Ainda com a cisma da cestinha, encontrei essa foto aqui, ó, rodando por aí: 



Pensei, pensei, chorei, bati a cabeça (o processo é sempre o mesmo, rs)... vou fazer um revisteiro de cestinha de bike! GENTE, MELHOR IDEIA (R$R$R$) EVER!

Olhem a estrela do post aqui: 





Comprei a cestinha por R$ 18,00, numa loja aqui perto, pintei com tinta acrílica vermelha e, pra dar um charme, comprei umas flores brancas, que prendi no fundo da cestinha. Bernardo fixou na parede e pronto! Muito, muito satisfeita com meu revisteiro diferente e barato! Se vocês tiverem a sorte de já ter uma cestinha de bike em casa, dando mole, sai quase custo zero... vale ou não a pena? 


Bjs felizes,
Tati 



terça-feira, 6 de março de 2012

Isso é uma emergência!

Alô!

Bora começar com uma foto? 



Nosso carnaval foi em casa. Daí que tivemos tempo de sobra pra vasculhar a net e tirar ideias pra nossa decor. A (boa) sacada aí de cima nos inspirou e resolvemos criar nossa própria caixinha de emergência para o banheiro. Quer dizer, Bernardo imaginou váááários tipos de caixinhas e eu foquei na do banheiro, que tô achando o nosso muito chinfrim. E como é que o negócio aconteceu? 

Caixa de MDF (com vidro) + tinta acrílica vermelha + rolinho (mini) + pincel = 





Sorte a minha que a caixinha já veio com divisórias...

Agora o trabalho de gente grande: o que é emergencial no banheiro, hein? Pensa, pensa, chora, bate a cabeça na parede, pensa de novo...taí!  


  • Camisinha (pros amigos solteiros e distraídos que vêm aqui dar um alô e depois se mandam pra "night");
  • Lacto-purga, porque nem sempre o Activia faz efeito;
  • Tirinhas, pra'queles momentos de tédio enquanto as coisas não acontecem;
  • Intimus, porque nem toda mulher é regrada, né, gente? 


Oba! Caixa quase pronta! Faltam, ainda, o adesivo da frente do vidro (nem parece, mas o vidrinho já tá aí) com os dizeres básicos "Em caso de emergência, quebre o vidro"; e um martelinho/marreta na lateral, pra dar veracidade ao enfeite. 

E aí, curtiram? 

Olhem que eu faço pra vender, hein? rs  

Bjão! 







quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Imagine uma lousa!

Ih... acabou o carnaval, né, gente? Chato, chato... 
MAS ISSO QUER DIZER QUE TEM POST NOVO! ;) 

Uma das primeiras coisas que fiz, aqui em casa, foi pintar o lado de dentro da porta de entrada com tinta para lousa. Como comprei uma lata grande, ainda me sobrou esmalte sintético pra caramba. Pintamos o rack e o bar também (eu já imaginando as gracinhas que poderia escrever neles!). Semana passada, outra ideia com a tinta, dessa vez mais discreta, rs. Se vocês gostam, mas acham demais uma paredona preta ou mesmo uma porta, talvez essa pequena "arte" seja a solução. ;) 


Protagonistas do post: porta-copos de plástico que ganhei da sogra (quero ver é o Dicró falar mal das sogras agora!)



Vejam que eles eram bonitinhos, mas estavam 
detonados, com várias marquinhas "de guardado"


Latinha pequena de tinta pra lousa (a grande já tinha dançado!)
R$ 8,90 na Leroy


Moldes da palavra "Imagine"  - percebam que estou na onda Beatles -, 
em papel comum, feitos pelo namorido (que achou uma fonte
igual à usada na capa do filme Imagine)



Giz pintando as letras nas minhas novas plaquinhas-lousas 
(caraca, quanto plural, rs)

Notem que há uma cordinha por trás das placas. É, pois é. Namorido ODEIA que eu cole coisas na parede (o que nem sempre faz diferença pra mim, rs), então sugeriu que eu usasse uma espécie de corda por trás das placas e criasse um... um... sei lá, móbile? ;) Penduricalho? 

A cordinha custou míseros R$ 2,10 no armarinho na lojinha da esquina. Fui usando adesivo de contato nas laterais, sem esquecer de deixar uma sobrinha em cima pra pendurar. Ó na parede do quarto, enfeitando a mesa do computador: 


Vantagem de ser lousa: quando eu enjoar, adiós! Paninho dá conta de apagar. E aí tenho um móbile/penduricalho novo por semana! 

Dica: Se reproduzirem a ideia, acho que fica melhor uma cordinha colorida ou clarinha. Sobressai. 

Pra fechar, total clima John Lennon: capa do filme Imagine e doodle que substituiu a logomarca do Google, em 2010, quando o cantor completaria 70 anos. Tatiana também é cultura, rapá! 

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

O escritório não me quis mais. Então...

Bernardo, quando tinha uma agência, usava um armário de escritório daqueles de ferro, bem antigos. Hoje, o armário tá aqui em casa, e, até a semana retrasada, não tinha outra utilidade senão ocupar espaço na diminuta área de serviço. A sugestão do namorido foi transformá-lo em um guarda-tudo na lavanderia. Já começamos o processo: 


Feio e enferrujado, com uma porta
que não fechava


Mas olhem quanto espaço! 


Passamos zarcão em cima dos pontos de ferrugem (essa coisa laranja aí) 
e eu pintei com esmalte sintético que já tinha em casa. Tiramos a
porta também, porque, além de ela não fechar, aberta ocuparia muito
espaço na pequena área



Outra cara, hein?  

A escolha pela cor foi do namorido, que tem um gosto um tanto careta... ;)  
Então, meus amores, conto com vocês... o que faço aí? Me ajudem?
Contact nas prateleiras e...???? E???????  

Pra facilitar o processo: a máquina é em inox, as paredes em branco e cinza, quadriculadas. O tanque, que vou trocar, será cinza também. A ideia é seguir os tons da cozinha (azul, predominantemente, e laranja). 

Se ninguém me der dicas, juro que vou deixar tudo assim, sem graça. Vocês querem que isso aconteça na minha casa? Hein, hein? 


Bjos ansiosos!

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Uma pincelada de cor

Oba, oba, bom dia pra todos!

Conheço pessoas que têm paixão por seus cd's, dvd's e/ou livros. Até tenho ciúme dos meus, mas não é nada doentio, não. Até empresto, se eu souber onde a pessoa mora e eu tiver contato frequente com ela, rs. 
Agora, por favor, não mexam com os meus esmaltes. Mooooorro por eles! Quem me acompanha por aqui, sabe que, antes de ser a louca da decoração, eu era a louca da moda. Vi-ci-a-da! Por conta desse amor super correspondido (meus esmaltes me amam tanto que nem endurecem!), imaginei uma alternativa barata e ecologicamente correta para organizá-los. 

TAMPA DE SUPORTE PARA CD;
PAPEL PARA SCRAPBOOK (OU CONTACT);
COLA;
TESOURA;
EVA. 

Bora? 


Tampas separadas com os esmaltes



 Papel para scrapbook já cortado para a lateral da tampa. Cheguei a cortar o fundo nele também, mas depois achei melhor fazer com EVA, mais durinho. 


EVA cortado  para o fundo (usei como molde a própria tampa por cima da borracha) 


 Tá vendo que a borda do tampa tá roxa? Pois é, não fotografei (sorry), mas usei tinta acrílica na lateral da tampa, na parte de dentro. 



Me empolguei e fiz mais duas, aproveitando o que tinha em casa. O que eu achei mais legal foi a possibilidade de separar meus esmaltes por tons. Vejam que há uma caixinha
vermelha, para os esmaltes em tons de vermelho/vinho e uns poucos amarelos;
uma roxa, para os em tons de roxo, rosa e lilás, e uma azul (forrada com contact), 
onde entraram os esmaltes "diferentes", azuis e verdes, e as bases/coberturas 
com brilho



Olhem como por dentro ficou gracinha! 
Até Bernardo gostou, e olha que isso é DIFÍCIL 
(ele detesta cores, vocês sabem!)

Alguns esmaltes ficaram desabrigados, coitados, porque eu não tinha mais tampa/caixa em casa, e eles são em tons de nude, cinza, marrom e preto. Não se encaixavam, né? Quem manda serem básicos? ;) 

Beijo grande,
Tati 

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